domingo, 21 de novembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Sabe...
Faz tempo que não escrevo aqui...
E o interessante é o número de textos que tenho pronto na cabeça! Não sei se não dou vazão a eles ou algo do tipo...
Mas essa semana, postarei um, sem falta...
Peço que aguardem, ok?
E o interessante é o número de textos que tenho pronto na cabeça! Não sei se não dou vazão a eles ou algo do tipo...
Mas essa semana, postarei um, sem falta...
Peço que aguardem, ok?
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Tempo...
Fazem mais de dois meses que não posto aqui! Mas o blog já tem um ano...
Bom, foi um ano que aprendi mais coisas a meu respeito, algumas que eu nem realmente sabia que tinha; passei ótimos momentos ao lado de pessoas queridas e, por muitas vezes, sofri sozinho por medo de compartilhar outros sentimentos; vivenciei experiências novas, que continuam a me moldar como eu sou!
Como sou? Vou tentar voltar a escrever e saberão como eu penso...
Bom, foi um ano que aprendi mais coisas a meu respeito, algumas que eu nem realmente sabia que tinha; passei ótimos momentos ao lado de pessoas queridas e, por muitas vezes, sofri sozinho por medo de compartilhar outros sentimentos; vivenciei experiências novas, que continuam a me moldar como eu sou!
Como sou? Vou tentar voltar a escrever e saberão como eu penso...
domingo, 11 de abril de 2010
Toni...
Incrível como Toni gosta do silêncio e da solidão. Não importa onde nem com quem estivesse: em algum momento, ele se retira e fica só, entregue em seus pensamentos, com o olhar longe, mirando algo no nada.
Adotara esse costume já havia alguns anos, mas nunca comentara com ninguém, já que o melhor jeito de se resolver as coisas é compartilhar com os demais. Mas como poderia compartilhar tais pensamentos se todos pensam diferente? Se todos lhe dirão que isso é errado, que deve fazer dessa maneira ou de outra?
Um banco mais isolado no parque da cidade, uma campina onde sempre vê o sol morrer, o gramado de sua casa, entre as árvores, no fim da noite, estando o céu estrelado ou não. Até prefere que esteja estrelado, com a lua por testemunha de seus devaneios e sonhos, dúvidas e lembranças. Afinal, ele via sua imagem refletida na face lunar e a imagem o reconfortava, mesmo sendo algo tão distante...
Em suas viagens e andanças, procurava o ponto mais alto, próximo a natureza ou das nuvens. Algum prédio velho, o alto de uma torre de comunicação, o pico mais isolado de um emaranhado de pedras, um pequeno trecho de areia ou a pedra mais alta de uma encosta do mar. E ali fica, dez, quinze, quarenta minutos sozinhos, pensando em nada, pensando em tudo...
Da última vez, vi sua boca murmurando algo: não sei se uma frase, uma promessa ou apenas simples palavras. Toni fizera isso de cabeça baixa, cabelos contra o vento, permitindo que essas palavras voassem junto com o vento, para não sei onde.
Interpelei ele e ele me disse, com um sorriso no rosto:
- Fiz isso porque acredito nas minhas palavras. Mas elas presas dentro de mim, não valem nada. Joguei-as ao vento não para esquecer, mas para que quando eu mais necessitar, eu possa escutar elas novamente e tenha coragem de fazer aquilo que falei. Por mais que as palavras voam e se percam, elas nos deixam marcas que nem o tempo muito menos o esquecimento nos fará esquecer!
segunda-feira, 5 de abril de 2010
O jovem
Ele estava cansado daquilo tudo!
Suas dúvidas e indecisões o corroíam dia após dia, num ritmo lento e doloroso. Lento como o próprio passar do tempo, o ser que controla a todos com a sua contagem em segundos e minutos; horas, dias e meses que começam e terminam num ciclo infinito, contínuo. Doloroso como uma ferida profunda, que demorará para se curar e, após todo o processo, ainda irá existir, pois a cicatriz ali deixada rememora como a mesma fora adquirida, seja por um acidente, um ato de altruísmo ou um momento de tolice.
Achara que já tivesse tomado a decisão correta, mas sua decisão era como as ondas do mar, que vão-e-vem, de forma natural, cíclica, algo tão belo mas também tão misterioso.
Ele pensa agora... Tenta pensar... Se põe a pensar... E o que vem em sua mente são mais indecisões...
Ou, quando ele decidir se livrar delas...
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